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O problema do “Eu sou”.

Se afirmar pode ser um grande erro quando tentamos nos delimitar de alguma forma.

“Eu sou altruísta”. Nada mais é do que eliminar a mudança e acreditar em uma falsa estabilidade. “Ser” significa voltar-se para a sua essência. “Estar” significa um mero estado da alma. Você pode estar altruísta, mas você não o é.

Quem se define também proclama. “Sou o bastante”. O altruísta começará então a achar que já faz o bastante. Faz pelos outros. Com isso se orgulha, gera prazer e quer se manter desta forma. Apega-se a uma condição de Estar e assim torna-se o oposto. Altruísmo para si não passa de um egoísmo mascarado.

Não muito melhor seria dizer que “eu sou egoísta”. Estaria só afirmando meu defeito, abraçando-o com tanta força que uma mera característica se tornaria o meu ser. Também não buscaria por mudanças, por melhoras, por evolução.

“Eu sou músico” pode significar que você vive de música, mas na maioria das vezes quer dizer que você possui conhecimento e talento o suficiente. Acreditar em ser o suficiente também significa estagnação.

Ser ou não ser, eis a questão? Sócrates respondeu de forma simples. Só sei que nada sei.

Não saber. Não ser. Não querer.
O vazio tem toda a sua sabedoria.

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Sobre o autor - newryo

Consultor-Coach de Desenvolvimento Pessoal. Interessado em novos paradigmas sociais, espiritualidade, empreendedorismo e em formas de mudar o mundo.

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